quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mistério da morte de Gagarin é desvendado 45 anos depois ?

Independente de onde tenha vindo, Yuri Gagarin foi um herói mundial, por ter sido o primeiro homem no espaço. Infelizmente, sua morte em um acidente aéreo a 45 anos atrás, sempre foi um mistério, e parece que finalmente começa a ser desvendado. Pena que a URSS e a Rússia tenha demorado anos para admitir este erro. Evolution Gagarin !!!

Ultima foto de Gagarin preparando para o treinamento em um MIG-15

 Quando subiu a bordo da cápsula Vostok 1 em abril de 1961, Yuri Gagarin tornou-se o primeiro homem no espaço e foi alçado à condição de herói da antiga União Soviética, a personificação do triunfo da ciência da superpotência comunista sobre seus rivais do Ocidente. Assim, as circunstâncias da sua morte em um acidente aéreo em março de 1968 permaneceram décadas envoltas em mistério, mesmo após o esfacelamento da URSS. Agora, no entanto, elas foram reveladas por seu colega cosmonauta Aleksey Leonov, ele mesmo o primeiro homem a fazer uma caminhada espacial, em 1965.

MIG 15
Leonov passou os últimos 20 anos batalhando com as autoridades russas pela divulgação dos detalhes da investigação sobre o acidente, da qual fez parte. Na versão oficial divulgada então, Gagarin e o experiente instrutor Vladimir Seryogin caíram com o MiG-15 após se desviarem de um objeto voador não identificado – um balão ou um pássaro. A manobra fez com que seu avião entrasse em parafuso e os dois morreram no impacto com a terra.

- esta conclusão é verossímil para um civil, mas não para um profissional – afirmou Leonov em entrevista à rede de TV Russia Today (RT). - De fato, tudo aconteceu diferente.

De acordo com um relatório finalmente liberado pelo governo russo após os insistentes pedidos de Leonov, um jato SU-15 passou perigosamente perto do avião de Gagarin em um voo não autorizado, precipitando-o rumo ao chão. O ex-cosmonauta contou que naquele fatídico dia 27 de março de 1968 era o responsável pelos treinamentos de saltos de paraquedas. O clima estava ruim, com muita chuva, vento e neve, o que tornava impossíveis os exercícios. Enquanto esperava o cancelamento oficial do treinamento, ele ouviu o barulho de um avião rompendo a barreira do som, seguido de uma explosão um ou dois segundos depois, e então soube que algo tinha dado errado.

- Sabíamos que o SU-15 estava previsto para ser testado naquele dia, mas ele deveria estar voando a uma altitude de 10 mil metros ou mais, e não 450-500 metros. Foi uma violação dos procedimentos de voo – disse Leonov. - Depois que realizou a pós-combustão (necessária para levá-lo à velocidade supersônica) o avião (SU-15) passou perto de Gagarin, virando seu avião e assim jogando-o em parafuso, uma espiral para ser mais precisa, a uma velocidade de 750 km/h.

Leonov lembra que recebeu ordens de voltar para a base de Chkalovsky, onde soube que o avião de Gagarin deveria ter esgotado seu combustível há 45 minutos. E suas suspeitas de que um acidente tinha ocorrido foram confirmadas após informações de que um local de impacto foi encontrado perto da vila de Novoselovo.

Enterro de Gagarin e do instrutor de vôo Vladimir Seryogin como Herois do Povo 

- Enviamos uma equipe que encontrou os destroços do avião e os restos mortais de Seryogin – contou à RT. - Não foram encontrados os restos de Gagarin, só seu mapa e uma bolsa, então a princípio pensamos que ele tinha conseguido se ejetar. Enviamos um batalhão de soldados que procurou por ele na floresta a noite inteira, mas tudo que encontraram foram os restos de um balão. Só no dia seguinte encontramos o corpo de Gagarin. Consegui identificá-lo por uma mancha escura no pescoço que só tinha notado três dias antes.

Encontrados os restos de Gagarin, teve início então a conspiração para esconder que ele tinha morrido por falha humana de outro piloto soviético. Quando conseguiu colocar as mão no relatório décadas depois, Leonov encontrou várias falhas, mas a principal no seu próprio relato, que tinha seu nome, mas foi escrito por outra pessoa com os fatos mudados.

- Quando vi a cópia, de repente notei que ela colocou o intervalo entre os sons entre 15 e 20 segundos no lugar dos dois segundos que relatei. Isso sugeriria que os dois caças estavam separados por não menos de 50 quilômetros.

Com a ajuda de computadores, simulações conseguiram então mostrar como o avião de Gagarin entrou em uma espiral mortal em alta velocidade. Segundo Leonov, a passagem de um avião maior e mais pesado pelas proximidades fez com que o MiG-15 virasse de cabeça para baixo. O nome do piloto do SU-15, hoje com 80 anos e saúde frágil, não foi revelado como condição para a entrevista do ex-cosmonauta.
- Ele era um bom piloto de testes e isso não vai consertar nada – justificou


Fonte: OGLOBO.COM

quarta-feira, 12 de junho de 2013

AOS 76 ANOS, VALENTINA TERESHKOVA QUER IR PRA MARTE

Noticia muito interessante sobre a "Primeira Mulher a ir ao Espaço", a russa Valentina Tereshkova, hoje com 76 anos.


Em 16 de junho de 1963, a russa Valentina Tereshkova tornou-se a primeira astronauta de toda a história. Nesta sexta-feira, às vésperas do 50º aniversário de seu voo, ela manifestou o desejo de conhecer Marte, nem que para isso tenha que fazer uma viagem só de ida até o planeta vermelho.

"Marte é meu planeta favorito. O mais provável é que os primeiros voos para lá sejam só de ida. Estou disposta a isso", disse durante uma coletiva de imprensa na Cidade das Estrelas, um pequeno povoado a nordeste de Moscou, sede de um centro de treinamento para astronautas – ou cosmonautas, como eram chamados na antiga União Soviética.

Tereshkova, de 76 anos, lembrou que, após sua viagem histórica, trabalhou com outros cientistas no estudo de Marte. "Isso é certamente um sonho: viajar para Marte e ver se existiu vida lá. E, se existiu, por que não há mais? Que catástrofe aconteceu nesse planeta?", disse.
A cosmonauta aproveitou o pronunciamento para se colocar contra o envio de turistas para a Estação Espacial Internacional (ISS), prática que deverá ser retomada em 2015 com a visita da cantora britânica Sarah Brightman. "Na fase atual, são os especialistas que devem viajar até o espaço. Ainda há muito a estudar."


Sergei Krikaliov, chefe do centro de preparação de cosmonautas, descartou a ideia de uma missão só de ida a Marte. Segundo ele, os próximos passos da estratégia espacial russa, não contemplam o planeta vermelho, mas sim a Lua.

MISSÃO VOSTOK 6:

Durante sua viagem de 70,8 horas, em 1963, a nave soviética Vostok 6 deu 48 voltas ao redor da Terra. A bordo estava a russa Valentina Tereshkova, a primeira mulher a ir para o espaço.

Nascida em 1937, Tereshkova tinha apenas um treinamento como paraquedista amadora e trabalhava como operária em uma fábrica têxtil até ser selecionada pelo presidente Nikita Khrushchev para participar do programa espacial do país. Como não fazia parte do exército, e só foi aceita como membro honorário da força aérea, Tereshkova também é considerada o primeiro civil a participar de uma missão espacial.

Depois de sua viagem, ela continuou atuando na pesquisa e na política da União Soviética, assumindo inúmeros cargos públicos e servindo como representante do país. Em novembro de 1963, ela se casou com o cosmonauta Andriyan Nikolayev, com quem teve uma filha.
Somente 19 anos depois de sua missão é que outra mulher voltou a pisar no espaço —o que coube à também russa Svetlana Savitskaya.

Camarada Tereshkova é Homos Evolution !!!
fonte: Revista Veja / Com Agência France-Presse e EFE

sexta-feira, 17 de maio de 2013

GRAVAÇÕES MUSICAIS NO ESPAÇO

 Foi um sonho de várias artistas, tocar ou gravar uma música no espaço. A algum tempo, sabemos que alguns cosmonautas ou astronautas levavam instrumentos musicais para passar o tempo entre suas tarefas rotineiras dentro das estações espaciais ou dos ônibus espaciais ao longo dos anos. Mas uma gravação profissional mesmo, nunca havia sido oficialmente realizada.

  PROJETO "RENDEZ VOUS" - JEAN MICHEL JARRE (1986)

 Em 1986, como parte de seu álbum “Rendez Vous”, o músico francês Jean Michel Jarre, tentou levar a cabo um projeto junto a NASA (agência espacial americana), para gravar a primeira faixa no espaço. Ele que já detinha o recorde de público ao ar livre (mais de 1 milhão de pessoas na Praça da Concórdia em Paris no ano de 1979) e havia sido o primeiro músico ocidental a tocar na China, conseguiu através do astronauta americano Bruce McCandless (o primeiro homem a sair da nave sem cabo, usando uma unidade MMU (mochila espacial)), levar seu projeto junto a outro astronauta, Ronald McNair, que era um músico nas horas vagas e tocava saxofone.

 A idéia era que McNair, tocasse uma faixa no saxofone em orbita e Jarre gravasse todo aqui na Terra. Infelizmente todos sabemos que em 28 de janeiro de 1986, Ronald McNair e todos seus outros 6 colegas, pereceram na explosão do Ônibus espacial Challenger. Restou ao músico Jarre, realizar outro mega concerto em Houston, Texas, para celebrar os 25 anos da NASA e fazer 
uma homenagem aos astronautas.

 

  DUETO IAN ANDERSON (TERRA) E CADY COLEMAN (ISS-ESPAÇO) (2011) 

 Por volta de 10/04/2011, a astronauta americana Cady Coleman, fã de flauta, e o músico Ian Anderson, fundador da banda Jethro Tull, realizaram o primeiro dueto virtual espaço-Terra. Entre os poucos objetos pessoais que os astronautas podem levar à Estação Espacial Internacional (ISS), Cady optou por várias flautas, que permitiram a experiência musical.

 A peça escolhida foi "Bourree", uma das canções que o músico escocês e seu grupo tocaram durante a turnê que fizeram pelos Estados Unidos em 1969, o mesmo ano em que Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisaram na Lua. A astronauta gravou sua parte da peça na semana passada, enquanto Anderson fez o mesmo no fim de semana passado enquanto estava em turnê em Perm (Rússia).

 As duas partes foram editadas e o resultado está disponível em um vídeo publicado no site da Nasa. Cady e Anderson comemoraram assim o 50º aniversário dos voos espaciais e o aniversário do primeiro lançamento de um ser humano ao espaço, que transformou o cosmonauta soviético Yuri Gagarin em um mito quando em 12 de abril de 1961 orbitou a Terra.

 "Devemos lembrar que os cosmonautas, cientistas e astronautas de hoje seguem sendo os heróis que eram há 50 anos", disse Anderson, que agradeceu a oportunidade de participar deste dueto. Coleman é uma grande fã de Anderson e para sua missão de seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional levou sua flauta transversal, um flautim e uma flauta irlandesa do grupo musical Chieftains. "É muito diferente tocar aqui (no espaço)", assegurou Coleman.

 

Outros astronautas também levaram flautas ao espaço, como Ellen Ochoa, que participou da missão STS-56 em 1993 e tocou uma peça musical durante um encontro com estudantes na Terra.

 John Herrington, que foi o primeiro astronauta nativo americano, também levou uma flauta de madeira em 2002 durante a missão STS-113, que foi feita à mão por um membro do Conselho Intertribal de Nativos Americanos do Centro Espacial Kennedy.

  PRIMEIRO VIDEO CLIP MUSICAL GRAVADO NO ESPAÇO (2013)

 O astronauta canadense e comandante da ISS, Chris Hadfield cantou "Space Oddity", de David Bowie, pouco antes de deixar a Estação Espacial Internacional (ISS) para o retorno à Terra, no dia 12/05/2013, depois de uma missão de cinco meses.

 Em um vídeo gravado a bordo da ISS, que se tornou popular na internet, o comandante da ISS interpreta e toca a música de Bowie. Durante a canção que dura um pouco mais de cinco minutos, o canadense se movimenta lentamente, pega seu violão que gira sobre si mesmo, toca o instrumento e observa o espaço através das janelas da ISS.
  "Com respeito ao genial David Bowie, aqui está Space Oddity, gravada na estação. Uma última visão do mundo", escreveu Hadfield em sua conta no Twitter para apresentar a canção.

 

 A voz e o solo de violão do astronauta foram registrados na ISS, mas a mixagem foi feita por uma equipe na Terra. A canção no YouTube foi vista mais de meio milhão de vezes (530.719) apenas no primeiro dia e foi citada em vários telejornais pelo mundo inteiro.

 Chris Hadfield é seguido por mais de 800 mil pessoas no Twitter, onde postou fotos e vídeos espetaculares da ISS e da vida dentro da estação espacial. O astronauta retornou à Terra a bordo de uma cápsula Soyuz, dois dias depois nas estepes do Cazaquistão, junto com o astronauta russo Roman Romanenko e o americano Tom Marshburn.

 Jean Michel Jarre, Cady Coleman, Ian Anderson e Chris Hadfield são Homo Evolutions !!!

 Fonte: Jarrefan-Brazil(Jarrefan.com.br) \ Wikipedia \ Agencia EFE \ IG \ Revista Exame(Ed.Abril)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

PETIÇÃO EM DEFESA DO "VERDADEIRO" PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO



Como uma Unidade de Carbono deste ponto do pálido ponto azul chamado “Brasil”, sou um entusiasta do Programa Espacial Brasileiro e tenho um sentimento de orgulho para com o meu país. Torço para que o Brasil venha ter algum dia um Programa Espacial coerente, progressivo, dinâmico e independente. Quando criança, lá nos anos 80, na época em que o regime militar ainda mandava no país, me lembro de ter visto várias matérias sobre os incansáveis cientistas civis e militares brasileiros da Aeronáutica, que lutavam para colocar em orbita o primeiro satélite brasileiro fabricado no país, através de um propulsor também brasileiro lançado de uma base brasileira. Infelizmente, devido a vários percalços, como verbas minguadas, desinteresse governamental, falta de apoio político e da sociedade e por fim, embargo de potências estrangeiras, o PEB (Programa Espacial Brasileiro), não saiu bem como devia ter sido e hoje após três tentativas frustradas de lançamento do VLS (Veículo Lançador de Satélites), sendo que a última vitimou boa parte da equipe de brilhantes cérebros do Brasil na área espacial, estamos totalmente estagnados e sem qualquer perspectiva, e vivendo de falsas promessas.

Como solução para o programa espacial, foi assinado durante o Governo Lula, um acordo com a Ucrânia, para criação de uma empresa binacional chamada Alcântara Cyclone Space (ACS), o que poderia ser uma ótima oportunidade se a mesma não fosse utilizada durante quase 6 anos como cabide de emprego por um ex-ministro do governo, que colocou seus amigos e parentes e cujo dinheiro investido (milhões de dólares) ter sido usado para quase nada ou para ajudar os ucranianos a desenvolverem os propulsores deles sem qualquer envolvimento de cientistas brasileiros e sem que possamos ter acesso à tecnologia desenvolvida. Para piorar, o propulsor proposto para o foguete Cyclone-4, será um motor-foguete movido a combustível líquido no qual se usa a famigerada Hidrazina, um combustível altamente tóxico, cujo efeitos a médio e longo prazos são difíceis de serem dimensionados, mas que certamente deixarão a população da região a mercê de graves problemas de saúde afetando significamente também a fauna e flora da região, sem contar o grande risco de acidentes, que poderia levar o país ao mais grave acidente com vitimas de toda história da Astronáutica mundial, já que a capital do estado do Maranhão, São Luis, encontra-se a 50 km em linha reta da base de onde será lançado esse trambolho tóxico ucraniano. 

Quanto ao nosso verdadeiro programa espacial, o qual no papel deveria seguir com a reestruturação do VLS e a criação de uma nova família de veículos lançadores nacionais, o mesmo vem caminhando a passos de tartaruga há quase 10 anos sem chegar a lugar algum, motivado principalmente pela falta de foco do último e do atual governo que preferiram apoiar o projeto da ACS. ABSURDO TOTAL !!! Nossos cientistas que durante anos trabalharam no programa espacial já não sabem mais o que fazer, a não ser ficarem parados esperando que o pior aconteça, isto é, o cancelamento do nosso programa espacial em prol do Acordo com a Ucrânia.

A ACS vai utilizar tecnologia ucraniana para lançar foguetes a partir de uma base brasileira. Porém, o Brasil tem uma ambição maior: lançar um satélite 100% brasileiro, a partir de um foguete igualmente nacional, de uma base dentro das fronteiras do Brasil. O país, contudo, ainda enfrenta grandes dificuldades para conquistar esse objetivo depois do trauma vivido em 2003. Na ocasião, a explosão de um foguete na base de Alcântara provocou a morte de 21 pessoas e a destruição da torre de lançamento no Maranhão. O acidente esfriou os investimentos no setor e fez com que o programa espacial fosse repensado.





 Convido então aos leitores a assinarem uma petição pública que apresenta sugestões de mudanças nesse acordo ou o destrato incondicional do mesmo, numa iniciativa de vários membros da sociedade e pessoas ligadas ao programa espacial brasileiro, com ajuda do Blog : Brazilian Space 



EVOLUA HOMO SAPIENS...Assinem a petição:

Petição Pública da ACS - Mudanças Já ou o Destrato do Acordo


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

PARA VER UM SPACE SHUTTLE (Ônibus Espacial) DE PERTO



Em 2011 ocorreu a aposentadoria do único sistema de transporte tripulado americano ao espaço, o Sistema Space Shuttle, após 30 anos de serviço junto a NASA e ao Depto de Defesa Americano, muitas pessoas poderão ver de perto estas fantásticas naves, que um dia foram o leva e trás de pessoas e materiais até a orbita da Terra.

Atualmente, os americanos necessitam do transporte pago de naves russas Soyus até a ISS (Estação Espacial Internacional). Situação que irá mudar por volta de 2017, quando a iniciativa privada americana, passará a enviar os astronautas ao espaço novamente.


Todos os Shuttles sobreviventes (lembrando que a Challenger explodiu no lançamento em 1986 e o Columbia, se desintegrou na atmosfera no retorno a Terra em 2003), hoje são peças de museu e foram enviados para vários lugares americanos onde podem ser contempladas por vários visitantes.

Aqui uma lista onde encontrá-los, uma boa oportunidade para quem visita os Estados Unidos da América :


DISCOVERY

Cumpriu 39 missões no espaço (de 1984 a 2011) – Com a destruição da Challenger em 1986, passou a ser o mais requisitado dos Shuttles, entre suas missões históricas estão:

- Foi à primeira nave a retomar os programa de Shuttles em 1988 após a perda da Challenger.

- Foi o responsável por colocar em orbita o Telescópio Espacial Hubble. 

- Foi à primeira nave americana a levar um astronauta russo em 1994.

- Foi também a primeira nave americana a ser pilotada por uma mulher , Eileen Collins em 1995.

- Fez o histórico vôo com John Gleen, o astronauta mais velho da história (na época, 77 anos) em 1998.

- Fez a primeira acoplagem com a ISS em 1999.

- Foi à nave do 100° vôo dos ônibus espaciais - 2000.

- Novamente a nave que retornou o programa espacial Shuttle em 2005, após a perda do Columbia.

- Realizou a missão que teve a maior duração para um Space Shuttle, 15 dias em 2010.

- Colocou um total de 31 satélites e sondas no espaço.

Hoje esta nave pode ser vista no "Steven F. Udvar-Hazy Center" do Smithsonian Institution, perto do Aeroporto Washington Dulles International , na Capital Federal americana. Este centro é uma ampliação do já famoso "Smithsonian National Air and Space Museum" em Washington. Lá os visitantes poderão ver outros aviões e naves famosas como o "Enola Gay" o bombardeiro B-29 que jogou a bomba atômica de Hiroshima no Japão, um avião espião Lockheed SR-71 Blackbird, um Air France Concorde, um F-14 Tomcat e até a cápsula da missão "Gemini 7" entre outros.




Site oficial:




ATLANTIS

Entrou em operação em 1985, com vários acoplamentos na MIR (Russa) e na ISS (Internacional).É o shuttle que mais realizou acoplamentos no espaço com estações espaciais. Ao todo foram 33 missões ao espaço.

Entre suas missões históricas se destacam:

- Envio da sonda "Magalhães" a Venus - 1989.

- Envio da sonda "Galileu" a Júpiter - 1989.

- Várias missões secretas realizadas pelo Depto de Defesa dos EUA.

- Primeiro vôo a MIR - Estação Espacial da antiga União Soviética - 1995.

- Realizou o último vôo do Space Shuttle pelos EUA em 2011.

- Colocou em orbital 14 satélites e sondas no espaço.

O Shuttle Atlantis, ficará exposto no "Kennedy Space Center Visitor Complex", perto de onde ele e os outros Shuttles e naves americanas eram lançados. A exposição a ele só começará em 2013.



Site oficial:



  
ENDEAVOUR

Shuttle construído para ficar no lugar do Challenger, destruído em 1986. Entrou em operação em 1992. Cumpriu 25 missões ao espaço. Entre suas missões históricas estão:

- Levou a primeira astronauta mulher afro-americana ao espaço,a Dra. Mae Jemison em 1992.

- Realizou a primeira missão de manutenção ao Telescópio Espacial Hubble em 1993.

- Levou o primeiro componente americano da ISS, ao espaço, o módulo Unit em 1998.

- Levou o primeiro componente japonês da ISS ao espaço, o módulo Kibo em 2008.

- Várias missões a MIR (Rússia) e a ISS (internacional), além de levar o módulo de pesquisa interno, Spacelab.

Desde Setembro de 2012, se encontra no "California Science Center" em Los Angeles, Califórnia.

Colocou 3 satélites no espaço



Site oficial:



  

PROTÓTIPO ENTERPRISE

O Enterprise, foi um protótipo do ônibus espacial construído em 1976, com mesmo tamanho dos Shuttles, mas que nunca foi ao espaço, foi usado apenas para testes de aerodinâmica nos anos 70, quando era lançado de um Boeing Jumbo, até a pista de testes da Base de Edwards na Califórnia e de perfil de lançamento no Cabo Kennedy.

Ele se encontrava nos últimos anos no "Steven F. Udvar-Hazy Center", mas com a chegada do Discovery a este local, foi transferido para o museu aberto armado no antigo porta aviões da marinha americana, o Intrepid , em Nova Iorque. Neste museu também estão outros caças e aviões de combate americanos. Vale à pena conhecer.



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Após comprar Lucasfilm, Disney anuncia novo filme Star Wars


Los Angeles (EUA) - A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira a compra por US$ 4,05 bilhões da empresa Lucasfilm, fundada pelo cineasta George Lucas e que está por trás de franquias como ''Guerra nas Estrelas'' e ''Indiana Jones''.

"A minha vida'', afirmou George Lucas, de 68 anos, e que em junho já havia cedido a Kathleen Kennedy o peso da gestão de sua empresa.
''O alcance e a experiência da Disney dá a Lucasfilm a oportunidade de brilhar em novos caminhos no cinema, televisão, meios interativos, parques temáticos, entretenimento ao vivo e produtos de consumo'', acrescentou Lucas.

O presidente e executivo-chefe da Disney, Robert A. Iger, confirmou que o estúdio já tem prevista uma nova trilogia que se somará às duas já existentes e que começará em 2015 com ''Star Wars: Episódio 7'', e continuará com ''Episódio 8'' e ''Episódio 9'', segundo afirmou em uma teleconferência com a imprensa nos EUA.

Iger não deu datas para os capítulos 8 e 9, mas antecipou que tem a intenção de lançar um novo filme da saga a ''cada dois ou três anos".

George Lucas trabalhará como consultor para os próximos filmes de ''Guerra nas Estrelas'' e Kathleen Kennedy será produtora executiva.

A Disney soma assim a Lucasfilm a outras companhias de seu grupo, como o canal de televisão esportivo ''ESPN'', a emissora ''ABC'', o estúdio de animação Pixar e a editora de quadrinhos Marvel.

Sobre o próximo filme, foi informado que "Episódio VII" erá uma história completamente original, declarou uma fonte da LucasFilm ao E!online. Ou seja, não se baseará em material existente do chamadoUniverso Expandido de Star Wars.

Com o anúncio do novo filme, alguns fãs tinham esperanças de que o sétimo longa da saga tivesse como base a Trilogia de Thrawn, de Timothy Zahn, também conhecida como Herdeiros do Império.

Nos livros, Zahn mostra os desafios de Luke, Leia e Han Solo na República, cinco anos depois dos eventos de O Retorno de Jedi .

Além de Star Wars, o acordo também inclui os direitos para a franquia Indiana Jones. Apesar de não ter divulgado novos planos para a série, a Disney afirmou que embora detenha os direitos, pode não haver novos filmes por causa de obstáculos potenciais com a Paramount Pictures, que distribuiu os últimos filmes e ainda tem contrato em vigor. Como a situação pode mudar no futuro é desconhecido no momento.

Fontes: Revista Exame / Omelete / IndianaJonesBrasil Blogpost





terça-feira, 28 de agosto de 2012

NEIL ARMSTRONG - MORRE O 1° HOMEM NA LUA

Neil Armstrong - (1930-2012) - Apollo XI

A humanidade perde o homem que deu o pequeno passo que entrou para sempre na história mundial. EVOLUTION NEIL !!!


O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, morreu aos 82 anos nos Estados Unidos neste sábado (25), informou a família do astronauta em nota à imprensa.
"Estamos de coração partido ao dividir a notícia de que Neil Armstrong faleceu após complicações ligadas a procedimentos cardiovasculares", diz a nota. "Neil foi um marido, pai, avó, irmão e amigo amoroso."
Em 7 de agosto, ele passou por uma cirurgia de emergência no coração, após médicos encontrarem quatro entupimentos em suas artérias,  e desde então estava se recuperando no hospital em Cincinnati, onde morava com a esposa.
No Twitter, a Nasa ofereceu "seus sentimentos pela morte de Neil Armstrong, ex-piloto de testes, astronauta e primeiro homem na Lua."

Armstrong foi o comandante da Apollo 11, missão que chegou ao satélite da Terra em 20 de julho de 1969. Ao ser o primeiro ser humano a pisar em outro corpo celeste, Armstrong proferiu a frase: “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.”
Nascido em 5 de agosto de 1930, Armstrong foi piloto da Marinha dos Estados Unidos entre 1949 e 1952 e lutou na Guerra da Coreia. Em 1955, se formou em engenharia aeronáutica pela Universidade de Purdue e se tornou piloto civil da agência que precedeu a Nasa, a Naca (Conselho Nacional de Aeronáutica).

Lá, entre outras aeronaves, pilotou o X-15 – avião experimental lançado por foguete onde ocorreram as primeiras tentativas americanas de chegar aos limites da atmosfera e à órbita do planeta. Em 2012, o X-15 ainda mantém o recorde de velocidade mais alta já atingida por um avião tripulado.
Em 1962, ele deixou a função de piloto de testes e passou a ser astronauta – com a Naca já transformada em Nasa. Sua primeira missão espacial foi como comandante da Gemini 8, em março de 1966, onde ele e o astronauta David Scott fizeram a primeira acoplagem de duas naves espaciais. Na ocasião, ele se tornou o primeiro civil americano a ir ao espaço.

Durante o voo, os dois quase morreram. Enquanto a nave estava sem contato com a Terra, a Gemini 8, acoplada na sonda Agena, começou a girar fora de controle. Inicialmente, Armstrong achou que o problema era com a Agena e tentou diversas opções para parar o giro – sem sucesso. Ao desacoplar as duas naves, o problema piorou. A instantes de perder a consciência pela velocidade com que a Gemini 8 girava, Armstrong usou os motores que serviam para a reentrada na Terra para controlar a espaçonave. A Gemini parou de girar e a dupla fez um pouso de emergência próximo ao Japão, sem completar outros passos da missão, como uma caminhada espacial que seria realizada por Scott.

Após a missão, Armstrong acompanhou o presidente americano Lyndon Johnson e outros astronautas em uma viagem à América do Sul que incluiu o Brasil. Segundo sua biografia oficial, escrita por James R. Hansen, Armstrong foi especialmente bem recebido pelas autoridades brasileiras por conhecer e conversar bem sobre a história de Alberto Santos Dumont.
Apollo 11 e a ida à Lua
Com o fim do programa Gemini e o início do Apollo, Armstrong foi selecionado como comandante da Apollo 11. Segundo a Nasa, não houve uma escolha formal inicial de quem deveria ser o primeiro a pisar na Lua. Todos os astronautas envolvidos no Apollo, segundo eles, teriam chances iguais.

As missões eram organizadas para cumprir uma crescente lista de tarefas. Assim, a Apollo 7 era um voo de teste do módulo de comando – o que era chamado de “missão tipo C”. A seguinte, 8, testou a viagem até a Lua. A 9 testou o módulo lunar, uma missão tipo “D”. Se houvesse qualquer problema em uma dessas missões, ela deveria ser retomada até dar certo.
Por isso, embora Armstrong e sua tripulação, Buzz Aldrin e Michael Collins, estivessem com a primeira missão do tipo “G”, que tentaria um pouso – não estava garantido que eles de fato fossem ser os primeiros a fazer isso. Qualquer problema nas missões anteriores e a 11 poderia ter que assumir etapas preparatórias.

Quando ficou razoavelmente claro que a Apollo 11 seria a primeira missão a tentar o pouso, a mídia americana passou a informar que Buzz Aldrin seria o primeiro homem na Lua. A lógica dos jornalistas seguia o fato de que no programa Gemini o piloto – não o comandante – era quem saía da nave. Além disso, os primeiros materiais de divulgação feitos pela Nasa mostravam o piloto saindo primeiro e o comandante depois.
Em uma coletiva de imprensa feita em abril de 1969, a Nasa informou que a decisão de fazer Armstrong sair primeiro foi técnica, já que a porta do módulo lunar estava do lado dele. Em entrevistas dadas mais tarde, Deke Slayton, chefe dos astronautas na época, disse que a decisão foi “protocolar”: ele achava que o comandante da missão deveria ser o primeiro na Lua. As opiniões de Armstrong e Aldrin, segundo ele, não foram consultadas.

Após a decolagem em 16 de julho, Armstrong e Aldrin começaram a descida até a Lua em 20 de julho no módulo lunar, apelidado de “Eagle”. Durante a descida, a menos de dois mil metros de altura, dois alarmes soaram indicando que o computador estava sobrecarregado. Seguindo a orientação do controle de missão, Armstrong os ignorou e manteve o pouso.

Ao olhar pela janela, viu que o computador os estava levando para uma área com muitas pedras. O americano então assumiu o controle manual da nave e pousou. Ao encostar na Lua, restavam apenas 25 segundos de combustível no Eagle.
As primeiras palavras de seres humanos na Lua foram, na verdade, Armstrong e Aldrin fazendo a checagem pós-pouso. Termos técnicos como “parada de motor”, “controle automático ligado”, “comando do motor de descida desligado”. Apenas ao final dessa lista, Armstrong falou com a Terra: “Houston, Base da Tranquilidade aqui. A Águia [“Eagle” em inglês] pousou”.
Durante todo o processo de pouso, o controle na Terra se manteve em silêncio, permitindo que a dupla se concentrasse. Com o contato de Armstrong, o astronauta Charlie Duke, em Houston, respondeu bem humorado: “vocês têm um monte de caras quase ficando azuis aqui, estamos respirando de novo.”
Armstrong e Aldrin ficaram 21 horas e 36 minutos na Lua – duas horas e 36 minutos caminhando por ela. O tempo fora da nave foi progressivamente aumentado a cada missão Apollo – na última, a 17, os astronautas ficaram mais de 22 horas fazendo caminhadas lunares.

Neil Armstrong foi recebido como herói após sua volta, com condecorações de diversos países. A mais recente foi a medalha de honra, a mais alta honraria concedida pelos Estados Unidos, dada a ele e a outros pioneiros espaciais em novembro de 2011.

Após a missão de 1969, ele assumiu uma posição de gerência na Nasa e participou da investigação do acidente da Apollo 13. Ele se aposentou da agência em 1971.
Em 1970, obteve um mestrado em engenharia aeroespacial da Universidade do Sul da Califórnia. Depois, virou professor na Universidade de Cincinnati, onde morava, até 1979. Armstrong também fez parte da mesa diretora de algumas empresas americanas. Em 1986, a convite do presidente americano Ronald Reagan, participou da investigação do acidente do ônibus espacial Challenger.

Armstrong casou com Janet Shearon em 1956, com quem teve três filhos: Eric, Karen e Mark. Karen morreu de câncer no cérebro em 1962, aos três anos, e jamais viu o pai ir ao espaço. Ele e Janet se divorciaram em 1994, após 38 anos de casamento. No mesmo ano, ele se casou com sua segunda esposa, Carol Knight.

Armstrong viveu uma vida de reclusão após a Apollo 11. Convidado frequentemente por partidos americanos, ele se recusou a concorrer a um cargo político. Armstrong também raramente era visto em público e quase nunca dava entrevistas, além de não costumar tirar fotos ou dar autógrafos, porque não gostava que eles eram vendidos por valores que ele considerava “absurdos”. Sua única biografia autorizada foi publicada em 2005. Ele também costumava processar empresas que usavam sua imagem sem autorização e doar as indenizações recebidas à faculdade em que se formou. Em 2005, processou seu barbeiro por ter vendido fios de seu cabelo por US$ 3 mil. O barbeiro teve que doar o valor para a caridade.
Em 2007, 38 anos após a viagem à Lua, em uma rara aparição em público, Armstrong se definiu como "um engenheiro nerd". "Eu sou e sempre serei um engenheiro nerd, com meias brancas e protetores de bolso. E eu tenho um grande orgulho das realizações da minha profissão," disse.
Em 2009, ele fez uma viagem "secreta" ao Brasil, onde passou por São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

A nota da família sobre a morte de Armstrong é encerrada com um pedido: "Para aqueles que perguntam o que podem fazer para honrar a Neil, temos um simples pedido. Honrem seu exemplo de serviço, feitos e modéstia, e a próxima vez que você der um passeio em uma noite clara e vir a Lua sorrindo para você, lembre de Neil Armstrong e dê uma piscadela para ele.”

Buzz Aldrin, segundo homem na Lua: “Fiquei muito triste ao saber da morte de Neil Armstrong hoje. Neil e eu treinamos juntos como parceiros técnicos mas éramos também bons amigos que ficaram para sempre conectados por nossa participação na missão Apollo 11.
Sempre que eu olho para a Lua, ela me lembra do momento há mais de quatro décadas em que eu percebi que, embora nós estivéssemos o mais longe da Terra que dois humanos já estiveram, nós não estávamos sozinhos.

O mundo todo fez parte daquela jornada memorável conosco. Eu sei que estou ao lado de milhões de outros ao sofrer a morte de um verdadeiro herói americano e o melhor piloto que eu já conheci. Meu amigo Neil realizou o pequeno passo e o grande salto que mudou o mundo e será para sempre lembrado como um momento chave da história da humanidade.
Eu realmente torcia para que em 2019 nós estivéssemos juntos ao lado do nosso colega Mike Collins para celebrar os 50 anos do pouso na Lua. Lamentavelmente, isso não vai acontecer. Neil com certeza estará conosco em espírito.
Em nome da família Aldrin, nós estendemos nossos mais profundos sentimentos para Carol e toda a família Armstrong. Eu vou sentir a falta de meu amigo Neil como sei que nossos cidadãos e as pessoas do mundo vão sentir a falta desse pioneiro da aviação e do espaço."

Michael Collins, piloto do módulo de comando da Apollo 11: "Ele era o melhor e eu sentirei sua falta terrivelmente.”

John Glenn, primeiro americano no espaço: "Ele era um bom amigo e sua falta será sentida."

Charles Bolden, administrador-chefe da Nasa: “Em nome de toda a família da Nasa, gostaria de expressar os meus mais profundos sentimentos a Carol e ao resto da família Armstrong pela morte de Neil Armstrong. Enquanto existirem livros de história, Neil Armstrong estará incluído neles, lembrado por tomar o primeiro pequeno passo da humanidade em um mundo além do nosso.
Além de ser um dos maiores exploradores da América, Neil carregava a si mesmo com uma graça e humildade que eram um exemplo para todos nós. Quando o presidente Kennedy desafiou a nação a mandar um homem à Lua, Neil Armstrong aceitou sem reservas.
Conforme entramos nessa nova era de exploração espacial, estamos em pé nos ombros de Neil Armstrong. Lamentamos a morte de um amigo, um colega astronauta e um verdadeiro herói americano."

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos: "Neil é para mim um dos maiores heróis americanos, e não apenas da atualidade, mas de todos os tempos. Quando ele e seus colegas decolaram a bordo da Apollo 11 em 1969, eles carregaram com eles as aspirações de toda uma nação.

Eles partiram para mostrar que o espírito americano pode ver além do que parece inimaginável – que com suficiente vontade e engenhosidade, tudo é possível. E quando Neil pisou na superfície da Lua pela primeira vez, ele entregou um momento de conquista humana que jamais será esquecido.
Seu legado vai perdurar, fortalecido por um homem que nos ensinou o enorme poder de um pequeno passo".

Marcos Pontes, astronauta brasileiro: “É muito triste quando isso acontece. Ele foi um ícone. Um herói. Tive a honra de conhecê-lo duas vezes em Houston, conversamos rapidamente. Era um homem muito sério, objetivo e profissional.
Lembro de vê-lo andando na Lua pela TV quando eu tinha seis anos. E essa é uma das imagens que ficaram na minha cabeça pelo resto da vida, que influenciaram as decisões da minha carreira.
É uma pessoa que faz parte da história. Fisicamente pode não estar mais entre nós, mas ele sempre vai fazer parte da história da Humanidade. Ele fez a diferença na vida de todos nós É uma pessoa tão importante, que parece que foi alguém da sua família. É um dia muito triste para o mundo.".

FONTE: G1