quinta-feira, 26 de março de 2015

ESCRITOR BRASILEIRO IRÁ LANÇAR LIVRO SOBRE CINESSÉRIE “ROCKY”



Rocky vs. Drago – Art by Renato Mundt




O escritor Renato Mundt) está montando um livro sobre a cinessérie Rocky de Sylvester Stallone e está contando com a ajuda de fãs em todo o mundo para dinamizar e apoiar seu projeto parcialmente chamado "Rocky: Lutando com o Coração".


O livro será lançado no Brasil em 25 de novembro de 2015 (mesmo dia da estreia do filme derivado Creed nos EUA) e o autor está buscando trabalhos de arte temáticos sobre a Saga feitos por fãs do mundo todo a fim incluir em sua publicação.
 

Mundt, que é autor de "O Homem que Faz a Luz Dançar" biografia do multitecladista francês Jean Michel Jarre (a única em lingua portuguesa) diz: "Será um livro para os fãs brasileiros sobre a série com curiosidades, bastidores, temas filosóficos e mais. Provavelmente será o primeiro livro sobre Rocky Balboa no Brasil. "

O autor pretende ilustrar o livro exclusivamente com a artes criadas por fãs (que serão creditados) baseadas em qualquer um dos filmes de Rocky e devem ser enviados diretamente para o autor, cujo contacto segue abaixo:


Renato Mundt  -> mundt@osite.com.br


AJUDEM E EVOLUAM !!!!

terça-feira, 3 de março de 2015

LEONARD NIMOY ( 1931-2015)




Um dos atores mais respeitados nas comunidades de ficção-científica mundiais, Leonard Nimoy, faleceu no último dia 27 de Fevereiro, aos 83 anos. O ator ficou conhecido no mundo inteiro com o personagem do seriado Jornada nas Estrelas ( Star Trek), Sr.Spock, o Oficial Imediato e Chefe de Ciências da U.S.S. ENTERPRISE, a nave mais popular da ficção-científica. Esta Unidade de Carbono, já esteve com o ator, quando o mesmo veio ao Brasil para um Convenção realizada em São Paulo pelo fã clube trekker, “Frota Estelar – Brasil” em 2003. Na ocasição, o ator autografou o livro “Eu sou Spock”, e tive a oportunidade de falar “Thank You, Mr.Nimoy !”, na qual ele respondeu com um “Ok”, meio resmungando. Não parece nada, mas era um sonho de criança sendo realizado.  Deixo abaixo um texto retirado do site “Temporadas” da Revista VEJA, mantido pela jornalista Fernanda Furquim. NIMOY FOI UM HOMO EVOLUTION !!! VIDA LONGA & PRÓSPERA !!!

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Morre o ator Leonard Nimoy, o eterno Sr. Spock

Trekkers do mundo inteiro estão de luto. Leonard Nimoy, famoso por interpretar o Sr. Spock na série e na franquia cinematográfica de Jornada nas Estrelas, faleceu hoje, dia 27 de fevereiro, aos 83 anos de idade, segundo divulgado pelo jornal The New York Times.

A informação foi passada ao jornal pela esposa de Nimoy, Susan Bay. Segundo ela, o ator faleceu em sua casa. Ele tinha sido internado às pressas recentemente após sentir fortes dores no peito. Quando uma ambulância foi chamada, os paramédicos decidiram não se arriscar e o levaram ao hospital para exames. Segundo a imprensa americana, nos últimos anos o ator vinha sendo internado com problemas de saúde com bastante frequência.

Nimoy no seriado Além da Imaginação (Twilight Zone) - Anos 60

O ator, diretor, escritor e fotógrafo sofria de uma doença pulmonar crônica. Após ser visto em uma cadeira de rodas e com tubo de oxigênio em janeiro de 2014, Nimoy disse em seu perfil do Twitter acreditar que a doença foi causada pelo fumo, o qual abandonara há cerca de 30 anos.
Nimoy se afastou da carreira artística em 2010, o que não o impediu de fazer participações ocasionais em séries, filmes ou eventos.

Tripulação da Entreprise (Star Trek) - Sr.Spock junto com Dr.McCoy e Cap.Kirk (anos 60)


Nimoy abraça os atores companheiros de Star Trek, William Shatner e DeForeste Kelley

Leonard Simon Nimoy nasceu no dia 26 de março de 1931, em Boston, Massachussetts, filho de imigrantes judeus ucranianos. Aos oito anos de idade, ele começou a se apresentar em produções locais. Estudou arte dramática, mas não chegou a se formar na época. Em 1951, fez sua estreia no cinema com pontas em filmes como Um Gato na Minha Vida, Francis na Academia e Zombies of the Stratosphere.

Nimoy junto ao elenco do seriado "Missão Impossível"(1971)


Ele chegou na TV em 1953, fazendo participações em teleteatro e episódios de séries. Ao longo de sua carreira, foi visto em Patrulha Rodoviária, Broken Arrow, Cimarron City, Dragnet, Colt 45, Aventura Submarina, O Rebelde, Bonanza, 87th Precinct, Além da Imaginação, Cem Homens Marcados, Os Intocáveis, A Caravana, Perry Mason, Dr. Kildare, Quinta Dimensão/The Outer Limits, O Agente da UNCLE, Histórias do Velho Oeste/Death Valley Days, O Homem de Virgínia, Combate, Daniel Boone, Agente 86, Gunsmoke, Galeria do Terror, Teatro de Contos de Fada, Columbo, Carro Comando, e a minissérie Marco Polo, entre outras. Mais recentemente, sua voz foi ouvida em um episódio de The Big Bang Theory.

Nimoy e o elenco do filme "Invasores de Corpos" - 1978
 
Na década de 1960, ele conseguiu o papel de Sr. Spock, que o tornaria famoso. Após fazer uma participação em um episódio de The Lieutenant, de Gene Roddenberry, Nimoy foi convidado por ele para interpretar um personagem meio homem, meio alienígena, em uma série que Roddenberry estava desenvolvendo para a rede NBC: Jornada nas Estrelas. Um primeiro piloto foi produzido em 1965, pelos estúdios Desilu, do casal Desi Arnaz e Lucille Ball, ambos da série I Love Lucy. Com o título de The Cage, o piloto foi apresentado aos executivos do canal, que o rejeitaram por considerá-lo intelectual demais para o público da época. Um segundo piloto foi produzido e um novo elenco foi contratado. Apenas Nimoy se manteve. A série foi então aprovada, fazendo sua estreia em 1966.

Nimoy com Shatner na famosa cena da morte de Spock no filme "Jornada nas Estrelas - A ira de Khan" (1982)


Conquistando uma baixa audiência, a série sofreu ameaça de cancelamento após sua segunda temporada, sendo salva pelos fãs que, liderados por Roddenberry, fizeram uma campanha para evitar o fim da produção. Uma terceira temporada foi encomendada, mas cortes no orçamento comprometeram a qualidade do programa. Com isso, a última temporada ofereceu os episódios mais fracos da série. O cancelamento definitivo veio em 1969, após 79 episódios produzidos. Como ocorre com as séries que encerraram sua produção, ela entrou no circuito de reprises, sendo apresentada por canais regionais. Foi lá que surgiu o culto em torno de Jornada nas Estrelas, que já fazia carreira no circuito de convenções. Aliás, foi uma convenção que trouxe o ator para o Brasil, onde ele conheceu seu público brasileiro.

Como o Spock Prime no filme "Star Trek"(2009) e  "Além da Escuridão - Star Trek"(2013)


Nimoy voltou ao personagem ao emprestar sua voz a Spock na série animada de Jornada nas Estrelas produzida na década de 1970 pela Filmation. Ele retornaria à pele de Spock com a franquia cinematográfica, que teve seu primeiro filme lançado em 1979, após o estrondoso sucesso de Guerra nas Estrelas nas bilheterias. Ao todo, foram produzidos seis filmes com a tripulação da série clássica, sendo que dois deles foram dirigidos por Nimoy.

Em 2009, uma nova versão cinematográfica da série clássica começou a ser produzida. Estrelados por outros atores, os filmes mostram a versão mais jovem da tripulação da nave Enterprise. Nimoy foi o único (ao menos até agora) que retornou ao seu personagem. Interpretando o Spock de um universo paralelo, ele encontra sua versão jovem na pele de Zachary Quinto. A última aparição de Nimoy na franquia foi no segundo filme, lançado em 2013.

Apesar da fama que Spock lhe deu, Nimoy temia ter ficado marcado com o personagem, o que o levou a tentar se afastar dele na década de 1970.  Foi com este objetivo que publicou sua primeira autobiografia, I Am Not Spock, em 1975, no qual travava diálogos com Spock, na tentativa de lidar com sua crise de identidade, com o vulcano representando a razão e o ator a emoção. Mais tarde, já tendo feito as pazes com o personagem, ele publicou sua segunda autobiografia, I Am Spock, em 1995, na qual revelava que, como duas almas gêmeas, eles finalmente tinham se unido.

Em 1969, logo após o cancelamento de Jornada nas Estrelas, Nimoy entrou para o elenco de Missão: Impossível, substituindo Martin Landau como ‘o homem das mil faces’. Na história, ele é Paris, um ex-mágico e especialista em disfarces selecionado por Jim Phelps (Peter Graves, já falecido) para atuar em casos especiais para o governo. O ator ficou no elenco até 1971, ano em que Bruce Geller, o criador da série, foi demitido da função de produtor. Assim, Nimoy decidiu deixar a série para seguir com sua carreira. Sua última série foi Fringe, na qual teve participações recorrentes como William Bell, entre 2009 e 2012.

Nimoy foi indicado quatro vezes ao Emmy, sem nunca ter ganho. As três primeiras foi com o Sr. Spock e a quarta com a minissérie A Woman Called Golda, estrelada por Ingrid Bergman, na qual ele interpretou o marido da Primeira Ministra de Israel, Golda Meir.  No teatro, ele foi Stanley Kowalski em uma montagem de 1955 em Atlanta de Uma Rua Chamada Pecado; também foi Tevye em uma montagem de O Violinista no Telhado, de 1971; Sherlock Holmes em 1976 e Vincent Van Gogh no monólogo Vincent: The Story of a Hero, entre 1978 e 1980.

Nimoy com o personagem Sheldon no seriado The Big Band Theory


Além de ator e diretor, Nimoy fez vários trabalhos de dublagem em produções animadas. Ele também era um conhecido fotógrafo, especializado em imagens em preto e branco, tendo feito diversas exposições de seu trabalho. Como fotógrafo e poeta, publicou alguns livros, com imagens acompanhadas de poesias escritas por ele.

Em 1954, ele se casou com a atriz Sandi Zober, com quem teve dois filhos, Adam e Julie Nimoy. O casal se divorciou em 1987. Em 1989, ele se casou com a atriz Susan Bay, com quem ainda vivia. Nimoy teve seis netos e um bisneto.

Nimoy no seriado Fringe


Um de seus melhores amigos era o ator William Shatner, que interpretou o Capitão Kirk em Jornada nas Estrelas. Além das produções do universo trekker, os dois trabalharam juntos em um episódio de O Agente da UNCLE e em Carro Comando, série estrelada por Shatner. Em seu perfil do Twitter, Shatner disse que amava Nimoy como a um irmão e que todos sentirão falta de seu humor, de seu talento e de sua capacidade para amar.

Nimoy junto com Shatner no seriado "Carro Comando"


Em seu Facebook, Takei disse: ‘hoje o mundo perdeu um grande homem e eu perdi um grande amigo. Nós o devolvemos agora para as estrelas Leonard. Você nos ensinou a ter uma vida longa e próspera. Algo que você com certeza teve amigo. Eu sentirei sua falta em muitas, muitas formas’.

LEONARD NIMOY ( 1931-2015)    - foto de 2014


Em sua última mensagem postada no Twitter, Nimoy disse que ‘a vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser cultivados, mas não preservados, a não ser na memória’.


LLAP Nimoy!!!


 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

DEPOIS DE 30 ANOS O RETORNO DA FORMAÇÃO CLÁSSICA DO METRÔ...POR UMA NOITE !!!


Uma das bandas mais icônicas dos anos 80, que teve curta duração, mas que deixou marcas em uma geração com suas músicas pop, alegres e muitas vezes engraçada , o "METRÔ", retornou apenas para um show exclusivo com seus integrantes originais, algo que não acontecia há quase...30 anos. Para constar: Alec (guitarra), Yann(teclado), Dany(bateria), Zaviê(Xavier)(baixo) e a sempre carismática front woman da banda, Virginie Boutaud, com sua voz linda que sempre marcou os corações solitários e apaixonados nos vocais.






O show aconteceu no Buffet La Luna localizado no Butantã em S.Paulo, capital, no dia 8 de Novembro de 2014. Eles se reuniram em comemoração aos 50 anos do Colégio Lycée Pasteur (unidade Vergueiro), local onde toda esta turma estudou e começou lá no final dos anos 70, com outro nome, "A Gota Suspensa".



Em um histórico rápido do Metrô, ela teve vários integrantes, enquanto eram a "Gota", em 1983, com a formação quase igual que estourariam, gravaram um LP homônimo com tendências progressivas e new waves pelo selo Underground.  Este material pode não ter feito sucesso, mas foi a porta de entrada da banda para uma grande gravadora. Com letras mais pop, um banho de loja e o novo nome, "Metrô" eles lançaram pela CBS (atual Sony Music) o single "Beat Acelerado" (1984) que estourou em todo o país.  Pouco depois a gravadora lançou no mercado o álbum "Olhar" (1985), um grande hit maker no Brasil. (Para mais informações sobre a banda visite o site: http://www.metrobr.com/ ).



Foi um show verdadeiramente fantástico, com um grande efeito de iluminação e som e com a banda afinadíssimas com o som que tocava no passado. A festa do Lycée já rolava a algum tempo no Buffet La Luna, e as portas da boate interna onde a banda se apresentaria abriram meia hora antes do show para que as pessoas pudessem chegar até o palco.



Os quatro integrantes masculinos subiram ao palco e assumiram as suas posições, logo em seguida começou a tocar a música de vinheta do tema do "Cassino do Chacrinha", logo o clima entre os presentes era de total euforia. Pouco depois, um jogo de luzes e som, os rapazes começaram a tocar os acordes de "Melodix", que foi completado com a entrada de Virginie no palco, com se tivesse materializado por magia. Ela entrou como a personagem da música, um andróide quase sintético, já que depois foi emendada com "Stabilo"...com sua voz doce, suave, muitas vezes irônica, devido a letra da música, Virginie mostrou que realmente estava com tudo naquela noite. Nenhum cansaço apagou o brilho da musa naquela noite. Seguiu-se uma versão acapella ao violão do cover de Georges Moustaki, "17 ans", que segundo Virginie, foi uma das primeiras músicas que ela aprendeu a tocar no Lycée.


Em seguida foram só os hits que fizeram história nos anos 80, entre eles: “Sândalo de Dandi”, “ Jonnhy Love"(com direito a Virginie no meio da galera), "Tititi", "Tudo pode Mudar" (na qual Virginie convidou rapidamente o vocalista da banda Monday Sucks, Max Leblanc (filho do Zaviê)) e o maior hit da banda, "Beat Acelerado". Ainda tivemos o cover do Les Rita Mitsuoko, "Márcia Baila" e um parabéns para você (versão joyeux anniversaire) junto com o diretor do Lycée para deliro geral dos presente com direito a bolo feito de éclair.



Show inesquecível e único, depois de 30 anos, com a banda reunida. O clima entre eles estavam muito legal a ponto de prometerem novos shows no futuro (por favor, não demorem outros 30...).



METRÔ

SETLIST
Introdução – Cassino do Chacrinha
Melodix/Stabilo
17 ans, cover de Georges Moustaki,
Sândalo de Dandi
Olhar
Jonnhy Love
Márcia Baila , cover Les Rita Mitsuoko
Tititi – Cover Rita Lee
Tudo pode mudar
Beat Acelerado – bis

“joyeux anniversaire"/Parabéns pra você.


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

BLONDIE NO BRASIL – ASSINE JÁ O ABAIXO ASSINADO !!!

Blondie em sua atual formação : Leigh Foxx(baixo), Matt Katz-Bohen (teclado), Clem Burke(bateria), Debbie Harry(vocal), Chris Stein(guitarra) e Tommy Kessler (guitarra) 

Em agosto último completou-se 40 anos do surgimento da icônica banda norte-americana, BLONDIE. A banda está fazendo uma turnê mundial para celebrar os 40 anos, além do lançamento do seu novo material, o álbum de inéditas "Ghosts of Download", lançado junto no mercado com uma nova coletânea "GREATEST HITS: DELUXE REDUX”, com seus maiores sucessos regravados, tudo isto em um pacote especial chamado “Blondie 4(0)-Ever”, que ainda inclui o DVD: "Blondie - Live at CBGB - 1977".

BLONDIE 4(0) EVER PACK (Universal Music)

Uma boa e má notícia...este Pack está sendo lançado no Brasil pela UNIVERSAL MUSIC (mesmo porque o álbum anterior, "Panic of Girls", não foi lançado por aqui), mas infelizmente a produtora nacional simplesmente CORTOU fora o DVD do concerto no CBGB's.

Blondie nos anos 70, passado e presente influenciado todas as gerações

 Banda influenciadora e muito importante no cenário da música,...nunca veio ao Brasil !!! Sério !!! Eles praticamente influenciaram o rock e a música pop, além da moda, mas nunca pisaram nas terras tupiniquins para fazer shows !!! De Madonna a Cyndi Lauper, passando por várias bandas dos anos 90 como No Doubt e Garbage e o pop do novo século com a Lady Gaga e Little Boots. Então se houve uma mulher de atitude na música que deu origem a tudo isto e foi à precursora, este nome só pode ser...DEBBIE HARRY!

Blondie parou o Times Square para um show de 1 milhão de pessoas no Réveillon.

 Eles começaram a nova turnê de aniversário já durante o réveillon do final de ano, quando tocaram para 1 milhão de pessoas no Times Square de Nova Iorque. Eles recentemente ganharam um prêmio pela carreira musical pela revista britânica NME e tocaram no famoso festival SXSW no Texas, Debbie Harry fez um dueto com a banda top Arcade Fire no Coachella na Califórnia e    e vem lotando seus shows por toda Europa, como os recentes festivais Glastonbury e iTunes Festival, ambos no Reino Unido.

Debbie fazendo um dueto com a banda Arcade Fire durante show no Coachella 2014

Noticias que vem crescendo desde o ano passado diz respeito que Debbie Harry iria fazer desta turnê de 40 anos da banda, como sendo a última da carreira. Se isto for verdade, então nunca veríamos o Blondie tocando ao vivo no Brasil. Então seria uma oportunidade única para os brasileiros conhecerem ao vivo o som da banda que ainda faz a cabeça de muita gente.

Blondie recebe prêmio pela carreira durante o NME AWARDS de 2014.

Foi criado na internet, um abaixo assinado, que será enviado para os principais produtores brasileiros e para a própria banda, pedindo um show do Blondie por aqui. Nos últimos tempos, várias noticias e fatos no Brasil têm chamado a atenção para Blondie:

Recentemente, o jornalista Edmundo Leite do Jornal O Estado de S.Paulo, publicou uma matéria questionando uma banda desta qualidade nunca ter vindo ao Brasil, o texto bacana pode ser lido aqui embaixo:


E neste ano, o colunista de rock, Lúcio Ribeiro, da Folha S.Paulo, conseguiu entrevistar a vocalista da banda Debbie Harry e seu partner musical, Chris Stein, na qual eles prometem tocar no Brasil ainda em 2014.


Além dele, a colunista de moda Erika Palomino também conseguiu entrevistar a Debbie Harry para a revista L’OFFICIER Brasil na qual ela promete show no Brasil.

Tirando isto, é claro, temos o lançamento da UNIVERSAL MUSIC, do “Blondie 4(0)-Ever" e outra coisa maravilhosa, após 35 anos...o Blondie volta a ter uma música em sua trilha sonora, na novela Boogie Oogie que se passa nos anos 70 e cuja uma das personagens interpretada pela atriz Alessandra Negrini, tem como tema principal, "Heart of Glass" e que volte e meia aparece com uma blusa homenageado o "Blondie". Veja a cena aqui:


Então se todas as confluências e astros das estrelas estão apontando para o Blondie este ano, o Brasil não pode ficar de fora...lembrando que a própria Debbie Harry, quando esteve no Brasil em 2012,confessou que ela lutaria pessoalmente para a banda tocar no nosso país.  Como todos podem ajudar ??? Assine a petição no link abaixo, precisamos ser rápidos, pois o tempo está acabando...não sabemos quanto tempo a banda irá continuar.



Não vamos perder as esperanças...faça sua parte Unidade de Carbono EVOLUA !!!

PS:

Agradecimentos a Meggy Mendes Mota da comunidade Blondie no Brasil - 2014, por começar esta petição.

terça-feira, 13 de maio de 2014

MORRE H.R.GIGER – PAI DO “ALIEN”

H.R.Giger no set de "Alien o Oitavo Passageiro"

Hans Rudolf Giger, conhecido mundialmente como H.R GIGER, faleceu aos 74 anos, no ultimo dia 12 de maio, segundo informações do Museu Giger, em Gruyere, na Suíça, divulgadas pela BBC, a morte foi consequência de ferimentos causados após uma queda das escadas de sua casa, em Zurique.

H.R GIGER se chamava Hans Rudolf Giger e nasceu na cidade de Chur, no leste da Suíça, em 1940, ele era filho de um químico. Giger estudou arquitetura e design industrial em Zurique. Seu trabalho explora as relações entre o corpo humano e as máquinas, dando origem a assustadoras imagens que ele descrevia como "biomecânicas".

Ele era um pintor, escultor e designer surrealista que começou a carreira influenciado pelo trabalho de escritores como H.P. Lovecraft. Por conta do trabalho desenvolvido no art book Necronomicon, ele foi chamado por Ridley Scott para trabalhar no design do filme Alien – O 8º Passageiro. Pelo trabalho, ele ganhou o Oscar de efeitos especiais em 1980.

Desenho do Space Jockey para "Alien - O oitavo passageiro"

Giger ainda retornou para criar o designe dos três filmes seguintes da franquia, incluindo o cachorro-alien de Alien 3. Durante a produção de “Prometheus”(2012), Ridley Scott mais uma vez convidou Giger para participar da parte criativa do filme.

Giger recebeu o Oscar em 1980 pelo seu trabalho em "Alien - O Oitavo Passeiro"

Em Hollywood, também trabalhou no design de outros filmes como "A experiência", "Poltergeist II" e da produção de "Duna", dirigida por Alejandro Jodorowsky, que acabou sendo cancelada.


Em 2001, Giger falou ao GLOBO numa entrevista por email sobre a estética de seu trabalho, marcado por mulheres e monstros em formas ao mesmo tempo assustadoras e sensuais.

— Eu acho inspiração em tudo, em todo lugar. E como muitos outros artistas, eu gosto da beleza feminina - disse. - Também gosto muito de ler. Literatura e grandes escritores sempre foram um prazer e uma inspiração.
Na época, Giger deixou claro que só fazia capas de discos se gostasse das músicas. Além disso, revelou também que apenas cinco obras foram feitas especialmente para uma banda ou artista.

— A primeira foi para uma banda chamada Walpurgis, em 1969; depois para o disco do Emerson Lake & Palmer "Brain salad surgery", em 1973; o solo de Debbie Harry, "Koo Koo" em 1981; e o do Steve Stevens. Todas as demais, incluindo a do Danzig para "How the Gods kill", eu apenas licenciei imagens de meus livros, já prontas.

Capa para o álbum solo de Debbie Harry "Koo Koo"(1981)


Em 1998, Giger abriu seu próprio museu na cidade suíça de Gruyere. Lá são exibidas pinturas, esculturas e outras peças, além de sua coleção privada de arte, que inclui trabalhos de Salvador Dalí.

Giger Evolution !!!

Fonte: O Globo